A nova ordem mundial colocou uma psicopata autoritária e egocêntrica no governo brasileiro.
O olhar, a postura, a capacidade de representar que supera a namoradinha do Brasil - Regina Duarte, somada à imitação grotesca da querida dama do teatro brasileiro - Fernanda Montenegro para forçar a imagem da mãe do povo. Situação no mínimo tosca. Isso é o que eles colocaram como laranja dos algozes da nossa biodiversidade, nossas riquezas, nosso povo.
Da mesma forma que usaram o egocentrismo de lula, encontraram na nova representante do partido dos trabalhadores, a pessoa com o perfil exato e fácil de manipular pelo e através do poder para atenderem aos interesses exclusos da face mais imunda do poder mundial escravista e imperialista.
E o povo brasileiro aceita tudo INERTE, ALHEIO, CRÉDULO, anestesiado a cachaça, açúcar e festa. Controlados pelo medo da miséria incontestável e permanente.
Tudo continua mantido sob controle e ainda com a imagem revolucionária da ex-militante contra a ditadura. É mesmo caso de se parabenizar aos reais lideres da nação brasileira, que se utilizaram da ânsia de poder das ratazanas dos guetos para manter o CONTROLE do nosso principal capital - nossa gente.
por Fernando Gabeira
06.abril.2011 08:42:53 O olhar, a postura, a capacidade de representar que supera a namoradinha do Brasil - Regina Duarte, somada à imitação grotesca da querida dama do teatro brasileiro - Fernanda Montenegro para forçar a imagem da mãe do povo. Situação no mínimo tosca. Isso é o que eles colocaram como laranja dos algozes da nossa biodiversidade, nossas riquezas, nosso povo.
Da mesma forma que usaram o egocentrismo de lula, encontraram na nova representante do partido dos trabalhadores, a pessoa com o perfil exato e fácil de manipular pelo e através do poder para atenderem aos interesses exclusos da face mais imunda do poder mundial escravista e imperialista.
E o povo brasileiro aceita tudo INERTE, ALHEIO, CRÉDULO, anestesiado a cachaça, açúcar e festa. Controlados pelo medo da miséria incontestável e permanente.
Tudo continua mantido sob controle e ainda com a imagem revolucionária da ex-militante contra a ditadura. É mesmo caso de se parabenizar aos reais lideres da nação brasileira, que se utilizaram da ânsia de poder das ratazanas dos guetos para manter o CONTROLE do nosso principal capital - nossa gente.
por Fernando Gabeira
Há algum tempo falei do histórico dessa usina de Belo Monte, que no passado se chamava Kararaô. Ela foi combatida, principalmente, pelos caipós, tendo à frente o cacique Raoni que viajou pelo mundo e conseguiu a simpatia do então presidente da França, Jacques Chirac.
Kararaô, Belo Monte, passou a ser um símbolo internacional de ameaça à Amazonia.
Na primeira reunião ainda na década dos 80 veio o cantor Sting e outras figuras como Anita Roddick criadora e dona da rede Bodyshop. Agora, nesta nova fase em que Kararaô se chama Belo Monte, o diretor de Avatar, James Cameron faz campanha contra a usina e, recentemente, o próprio Bill Clinton, em Manaus, aconselhou a busca de alternativas para usinas na floresta.
O tom que Dilma Rousseff deu à resposta é um pouco parecido com o ritmo com que a obra está sendo tocada. Quatro diretores do Ibama já cairam porque se colocaram no caminho.
Antes da licença de instalação, foi permitida a construção do canteiro de obras, o que é um paradoxo.
Os indios acham que sua vida sera radicalmente alterada, sobretudo pelos canais que serão construidos na Grande Volta do Rio Xingu, que podem reduzir a água que necessitam.
A resposta do Brasil acusando o texto da OEA de injustificável acaba revelando a quem procura uma resposta para Belo Monte que o governo optou por um caminho autoritário.
Se os argumentos disponíveis estivessem na mesa, bastava dizer que a OEA não foi adequadamente informada e que o Brasil está pronto para explicar.
O novo presidente da Vale do Rio Doce, Murilo Ferreira, estaria disposto, diz o Globo, a investir em Belo Monte. Isto impulsiona a obra mas revela também seu lado mais perverso. Se o objetivo é usar energia barata para exportar minério, inclusive produzir alumínio, que é um devorador de energia, estrategicamente será um erro provocar um desequilíbrio na bacia do Xingu.
Mais uma vez podemos sacrificar interesses de longo prazo por um aumento de lucros imediatos.
