"Há aqueles que lutam um dia e por isso são bons;
Há aqueles que lutam muitos dias e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida, esses são os imprescindíveis." Bertolt Brecht
Dos Céus desce um Anjo que onçaria presença fosse possível sequer em raio o Anônimo de que se inventa falar.
De um lado a certeza que apelida a filha do Infernal Pensamento.
Psicoelástica erige arquiteturas sagradas que apontam, tangem e prometem céu.
Do outro sua irmã duvida.
Psicobélica trança imprecisos contornos de uma dança livre e encantadora eis que salta graciosa à leveza do céu de onde sempre retorna.
Ao centro uma Luz mais ausente ainda que o próprio Anjo o ilumina, suposta, metafórica, poética;
um estender de mão - canhestro esboço - ao resgate de um Diamante de Vento, em meio às brasas que sequer com qual a mais fantástica das pegas não o engasta e assim crepitam coletividades ao Céu, pitorescas pirotecnias que lembram e ocultam e O que se revela é relva.