"Há aqueles que lutam um dia e por isso são bons; Há aqueles que lutam muitos dias e por isso são muito bons; Há aqueles que lutam anos e são melhores ainda; Porém há aqueles que lutam toda a vida, esses são os imprescindíveis." Bertolt Brecht
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Cordel do Ano Novo
Queridos amigos e visitantes. Este espaço tem sido nosso melhor meio de expressão.
Agradeço a todos pela companhia carinhosa.
Que sejamos MAIS no novo ano!
Compartilho com vocês esta mensagem que acabo de receber do Sam.
Meu carinho a cada um!
Cordel do Ano Novo
Festival do Ano-Novo
Desde a antiguidade...
Na velha Mesopotâmia:
Foi grande festividade...
Nos meus tempos de criança:
Festejei a novidade...
2.000 a.C:
Começou o Festival...
Na antiga Babilônia:
Foi festa primordial...
Equinócio da primavera:
Lua Nova magistral...
Festejava-se em março:
Era festa de primeira...
O povo aproveitava:
Sacudia a pasmaceira...
Saudava o Sol nacente:
Depois da noite festeira...
A 23 de setembro:
Ano-Novo celebrado...
Pérsia, Assíria, Fenícia:
No Egito... Sol adorado...
Na Grécia em dezembro:
Era bem comemorado...
Na Roma antiga o festejo:
No mês de março era dado...
Depois passou a janeiro:
Por ser Jano cultuado...
Há muito tempo o Ano-Novo:
Pelo povo é celebrado...
Em 153 a.C:
O ano-novo romano...
A festa consolidou-se:
No calendário juliano...
Dia 1º de janeiro:
Calendar gregoriano...
Em 25 de Março:
Era o ano festejado...
Chegava a primavera:
No mundo do outro lado
Até 1º de Abril:
Novo ano cultuado...
Gregório XIII instituiu:
O 1º de Janeiro...
Hoje é comemorado:
No Ocidente inteiro...
Até mesmo no Oriente:
Já é ato costumeiro...
Mudou-se o calendário:
O povo festeja a mil...
Resquício da tradição:
O 1º de Abril...
É o Dia da Mentira:
Na Europa e no Brasil...
Na noite de São Silvestre:
O povo fica acordado...
Para a virada do ano;
É preciso estar ligado...
Nessa noite não se dorme:
É costume consagrado...
O Ano Novo chinês:
É móvel no calendário...
Em janeiro ou fevereiro:
Li no Perpétuo Lunário...
Luzes...Pirotecnia:
Fluem do vocabulário...
A 19 de março:
Do calendário atual...
Ano-Novo esotérico:
De cunho espiritual...
Resgata a tradição:
Do tempo imemorial...
Hégira... Rosh Hashaná:
Buda...Moisés...Maomé...
Cristo Jesus em Belém:
Menino de Nazaré...
Harmonia para Gaza:
Menos bomba, mais café...
Pé de porco e lentilha:
Gritar, correr e dançar...
Bombons, balas e doces:
Festejos a beira mar...
Oferendas para os santos:
Fogos explodem no ar...
Pra você tudo de bom:
Saúde...Felicidade...
Novo ano de harmonia:
Luz...Solidariedade...
Paz...Amor e Alegria:
Sucesso...Fraternidade...
Espantem os maus espíritos:
Chega de insanidade...
Viva-se a comunhão:
Basta à barbaridade...
É hora de união:
Paz, amor e liberdade...
Fogos e oferendas:
E gritos de alegria...
Chega de guerra e terror:
Fome, ódio, hipocrisia...
Paz e amor para todos:
Saúde e sabedoria...
Belos fogos de artifício,
Abraços e buzinada...
Sonhos e esperança:
Nossa alma renovada...
Pelo fim da violência:
Paz e amor na jornada...
Abraçe, beije, comemore:
Faça a renovação...
Troque a roupa, os lençois:
Alivie a tensão...
Sorria e se ilumine:
Faça uma boa ação...
10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1:
A contagem regressiva...
Um adeus ao ano velho:
Viva a vida progressiva...
Sem guerras e atormentos:
Consciência reflexiva...
Um Ano-Novo de luz:
O novo sol vai brilhar...
Que tudo se concretize:
Possa tudo melhorar
Multiverse o dia-a-dia:
O novo ano vai raiar...
Feliz Ano-Novo...
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br
sábado, 25 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
era a palavra, portanto
era para dizer
apenas a palavra
mais simples, a palavra
...pura, a palavra seca,
dizer como se diz
que está com fome,
dizer do jeito
quando se quer
pedir licença,
dizer apenas o que
era pra ser dito e pronto:
a palavra-pólvora,
a palavra-prisma,
a palavra-pérola,
palavra pronta,
prestes a dizer
por si o que quer
ser dito, a dizer
tudo como deve,
tal faz o silêncio.
era para dizer
que o amor vem
descendo as ribanceiras, que vem
sôfrego
por entre as mil e umas trincheiras, que vem
trôpego
rolando pelass cáries das ladeiras, que vem
em transe
suspirando,
surpreendendo-nos e
superando-nos,
supondo-nos invencíveis
em um só ponto. era a palavra
por dizer
a fala dos sem alicerces,
dos que provêm
de preces e
pressas e,
às vezes, cala.
porque
era a palavra cara
à face, à coragem
de dizê-la, a palavra
dos arrependidos,
dos que estão dentro
do círculo dos sentidos,
a palavra
sem exatidão,
a da feira,
a da folga,
a da fuga,
a da festa,
a palavra
que se culpa,
a palavra
que se cospe,
a palavra
que se digere como coração.
ou não.
a palavra-pedra.
a palavra-ponte.
a palavra-pranto.
a palavra-pênsil...
depois
não seria preciso dizer
coisa alguma.
como criar a palavra
inaudita? como forjá-la
sem que alma se sinta
ferida? como forçá-la
pela raiz
a sair do vernáculo
para expressar o
que sinto, sem tanto embaraço?
dizer então o
que era pra ser
ao primeiro impulso primitivo?
e por isso fixar e
fincar o possível
dentro
de qualquer vínculo
previsível? era
pra dizer a palavra- espaço...
aquela dada
feito abraço: portanto,
sem dizê-la,
beijo o seu abraço-semântico e
abraço o seu
beijo-sintático. curto-
colapso.
lápis sem voo
Adriano Nunes
apenas a palavra
mais simples, a palavra
...pura, a palavra seca,
dizer como se diz
que está com fome,
dizer do jeito
quando se quer
pedir licença,
dizer apenas o que
era pra ser dito e pronto:
a palavra-pólvora,
a palavra-prisma,
a palavra-pérola,
palavra pronta,
prestes a dizer
por si o que quer
ser dito, a dizer
tudo como deve,
tal faz o silêncio.
era para dizer
que o amor vem
descendo as ribanceiras, que vem
sôfrego
por entre as mil e umas trincheiras, que vem
trôpego
rolando pelass cáries das ladeiras, que vem
em transe
suspirando,
surpreendendo-nos e
superando-nos,
supondo-nos invencíveis
em um só ponto. era a palavra
por dizer
a fala dos sem alicerces,
dos que provêm
de preces e
pressas e,
às vezes, cala.
porque
era a palavra cara
à face, à coragem
de dizê-la, a palavra
dos arrependidos,
dos que estão dentro
do círculo dos sentidos,
a palavra
sem exatidão,
a da feira,
a da folga,
a da fuga,
a da festa,
a palavra
que se culpa,
a palavra
que se cospe,
a palavra
que se digere como coração.
ou não.
a palavra-pedra.
a palavra-ponte.
a palavra-pranto.
a palavra-pênsil...
depois
não seria preciso dizer
coisa alguma.
como criar a palavra
inaudita? como forjá-la
sem que alma se sinta
ferida? como forçá-la
pela raiz
a sair do vernáculo
para expressar o
que sinto, sem tanto embaraço?
dizer então o
que era pra ser
ao primeiro impulso primitivo?
e por isso fixar e
fincar o possível
dentro
de qualquer vínculo
previsível? era
pra dizer a palavra- espaço...
aquela dada
feito abraço: portanto,
sem dizê-la,
beijo o seu abraço-semântico e
abraço o seu
beijo-sintático. curto-
colapso.
lápis sem voo
Adriano Nunes
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
controvérsias, contonos e conchavos
Oru am Sudá
Adriano Nunes
meio-dia.
telefone desligado.
trânsito entrando sobrando
no cérebro,
calor,
vontade
de
sair correndo, dizer
o que
era pra ser dito,
esquecer
o quanto já tinha ouvido,
querer mesmo um
fim
de semana, um dia
pra rever-
ter tudo em
bel-prazer...
mas por que esse pensamento
perigoso,
cisma clínica sexto sentido
intuição,
ciúme, ridículo
arquétipo de
distração
resolveu dar as cartas,
feito diabinho
soprando, na orelha,
o conselho,
a controvérsia,
a centelha
pentelha... a regra
afinal?
e o momento
suspenso-suspense supreende-me
de tal forma
que a vida deforma,
que o real
desbota-se...
enquanto calculo
a margem de erro
do engano:
o amor
é amor e
sem cláusulas,
contrato (esqueçamos
as fissuras,
as loucuras,
as brigas mais duras,
os vexames!)
o amor é
(um desacordo?)
exato.
Adriano Nunes
Adriano Nunes
meio-dia.
telefone desligado.
trânsito entrando sobrando
no cérebro,
calor,
vontade
de
sair correndo, dizer
o que
era pra ser dito,
esquecer
o quanto já tinha ouvido,
querer mesmo um
fim
de semana, um dia
pra rever-
ter tudo em
bel-prazer...
mas por que esse pensamento
perigoso,
cisma clínica sexto sentido
intuição,
ciúme, ridículo
arquétipo de
distração
resolveu dar as cartas,
feito diabinho
soprando, na orelha,
o conselho,
a controvérsia,
a centelha
pentelha... a regra
afinal?
e o momento
suspenso-suspense supreende-me
de tal forma
que a vida deforma,
que o real
desbota-se...
enquanto calculo
a margem de erro
do engano:
o amor
é amor e
sem cláusulas,
contrato (esqueçamos
as fissuras,
as loucuras,
as brigas mais duras,
os vexames!)
o amor é
(um desacordo?)
exato.
Adriano Nunes
O ódio do Bobo da Corte
Última Hora
06-12-10
O ódio do Bobo da Corte
Arnaldo Jabor não chega a ter o brilho de um Nelson Rodrigues ou de um Carlos Lacerda, mas defende bem o script da Direita Brasileira, fazendo-se de bobo da Corte Global o que lhe permite dizer qualquer coisa, por conta da irreverência.
Não é que o pobre Jabor e a acanalhada Direita Brasileira odeiem o Lula pelo que ele é. O ódio é pelo que Lula representa E ele representa o Brasil que finalmente deu certo. O mulato que não acha importante falar inglês (já houve tempo que parecia que não poderíamos respirar se não falássemos francês) e não vive animalescamente, apenas para um dia levar seus pobres rebentos à Disney Word, fazendo, de passagem, suas comprinhas em Miami.
Um mulato boêmio, malemolente, que não acha tanta graça assim nesses Beatles, e não sabe o que é é Pop. E o que é Pop? Mulato empreendedor e indomável que construiu uma das maiores, mais generosas e respeitadas potências do Planeta. Um mestiço sem raça, graças a Deus, e que troca esse tal de Sting (o que é Sting?) pela Calcinha Preta devidamente misturada com o Luar do Sertão.
Há noventa anos, Lima Barreto, um dos maiores escritores brasileiros, internou-se num hospital para tratamento de doenças mentais que existe até hoje no Engenho de Dentro (Rio). O médico que o atendeu uma anta preconceituosa de classe média, igualzinha à que existe até hoje e que poderia chamar-se Jabor, escreveu na ficha: “Mulato, alcoólatra, aparentes quarenta anos. Diz que é escritor”.
E Jabor, aquele médico preconceituoso atualizado, descreve Lula: mulato, cachaceiro, malemolente, pensa que é estadista e que vai continuar influindo. E vaticina: “Nada disso, Lula. Vá para casa e tome sua pinguinha serena, ao lado de dona Marisa”.
O coitado do Jabor, como o médico idiota que examinou Lima Barreto, não consegue ver que Lula é estadista sim e não vai para casa, não. Vai continuar influindo e viajado pelo País, pelo Mundo e, principalmente, pela América Sul, onde consolidará aquilo que transformou-se no verdadeiro projeto de sua vida: a construção da União Sul-Americana, a Pátria Grande.
Jabor, Lacerda e Nelson Rodrigues não entendem isso. Não entendem que o Brasil e esse mulato sem curso superior podem dar certo. Eles e nossa ridícula classe média alienada carregam a herança cultural dos senhores de engenho e dos fazendeirões do café.
Seu raciocínio síntese é o do “complexo de vira lata”. Mas eles se colocam fora disso. Acham que o complexo é só da negrada e dos mestiços sem rumo e sem prumo na vida. Eles não, eles se consideram iguais aos europeus e americanos: vestem a mesma roupa, comem a mesma comida e curtem a mesma música. Entretanto, no fundo, eles são vassalos e, como diz o Chico Buarque, falam grosso com os bolivianos e fino com os americanos. Gentinha da pior qualidade.
domingo, 5 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O Analfabeto Político...
"O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão,
do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia
a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta,
o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
Nada é impossível de Mudar
"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem
sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."
Privatizado
"Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar.
É da empresa privada o seu passo em frente,
seu pão e seu salário. E agora não contente querem
privatizar o conhecimento, a sabedoria,
o pensamento, que só à humanidade pertence."
...
Bertolt Brecht
sábado, 20 de novembro de 2010
NEGRO
Viajantes....
Aqui encontraram vida
Aqui encontraram flores
Aqui encontraram ouro
E ...com batismo de sangue
Aqui implantaram crença
Em louvor ao Deus Clemente
Nos pelourinhos da morte
Tanto sangue derramado
Pra mão-de-obra barata
Índio e negro escravizados.
Caçados como animais
Filhos arrancados dos pais
Se o negro não tinha alma
negro não era gente
Se negro não era gente
Era então mercadoria
Mas foi no pranto do desencanto
Que o negro aprendeu cantar;
Mas foi na penumbra da senzala
Que o negro aprendeu sambar;
Mas foi na raça da negritude
Que o negro aprendeu lutar.
São três histórias
Neste grande continente
Uma bem antes de chegarem
E a segunda cinco séculos de invasão
E a resistência índia, negra, popular.
E a terceira é que vamos construindo
Pra destruirmos a raiz de todo mal.
O grito negro de ZUMBI
Vem Lá dos Palmares
Em novos tempos
Pra romper a tempestade
Já com trezentos anos que se passaram
Ainda se ouve o eco necessário a ecoar
Liberdade, liberdade, liberdade!!! (autoriaJP)Ver mais
Aqui encontraram vida
Aqui encontraram flores
Aqui encontraram ouro
E ...com batismo de sangue
Aqui implantaram crença
Em louvor ao Deus Clemente
Nos pelourinhos da morte
Tanto sangue derramado
Pra mão-de-obra barata
Índio e negro escravizados.
Caçados como animais
Filhos arrancados dos pais
Se o negro não tinha alma
negro não era gente
Se negro não era gente
Era então mercadoria
Mas foi no pranto do desencanto
Que o negro aprendeu cantar;
Mas foi na penumbra da senzala
Que o negro aprendeu sambar;
Mas foi na raça da negritude
Que o negro aprendeu lutar.
São três histórias
Neste grande continente
Uma bem antes de chegarem
E a segunda cinco séculos de invasão
E a resistência índia, negra, popular.
E a terceira é que vamos construindo
Pra destruirmos a raiz de todo mal.
O grito negro de ZUMBI
Vem Lá dos Palmares
Em novos tempos
Pra romper a tempestade
Já com trezentos anos que se passaram
Ainda se ouve o eco necessário a ecoar
Liberdade, liberdade, liberdade!!! (autoriaJP)Ver mais
De: Juçara Morça
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
COISAS DO MILLÔR
Apenas constatando a constatação que o PT nos oferece: o caminho mais curto entre a ideologia e o poder é a corrupção.
domingo, 24 de outubro de 2010
MANIFESTO POPULAR
Diante da profunda indignação pelo processo político e total desrespeito aos cidadãos e á Constituição Brasileira nas eleições de 2010 , sentimo-nos uruspados, desrespeitados, humilhados, dominuidos, atingidos, agredidos, ofendidos em nossa consciência, condição humana e de vida.
É urgente empreender profunda mudança em nosso país.
Não podemos mais esperar que a classe política se torne consciente e passe a respeitar o povo.
Temos sido traidos a cada 2 anos.
Não aceitamos mais tamanha irresponsabilidade.
REFORMA POLÍTICA E NOVA LEI ELEITORAL JÁ!
IMEDIATAMENTE
A democracia brasileira pelo
VOTO LIVRE
PARLAMENTARISMO
FIM DO VOTO DE LEGENDA
NOVA LEI DE LICITAÇÔES E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS
TRANSPARÊNCIA
CONTROLE DOS INVESTIMENTOS ESTATAIS EM MÍDIA E CONSEQUENTE FIM DO CONTROLE ECONOMICO DA IMPRENSA
Pelo
FIM DA COMPRA DO VOTO
FIM DO NEPOTISMO
FIM DO APARELHISMO PÚBLICO
FIM DAS LICITAÇÕES FRAUDULENTAS
Pela
DEMOCRATIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS
IMPRENSA LIVRE
MIDIA INDEPENDENTE
RESPEITO AO BEM PÚBLICO
RESPEITO AO CIDADÃO
RESPEITO Á CONDIÇÃO HUMANA.
É urgente empreender profunda mudança em nosso país.
Não podemos mais esperar que a classe política se torne consciente e passe a respeitar o povo.
Temos sido traidos a cada 2 anos.
Não aceitamos mais tamanha irresponsabilidade.
REFORMA POLÍTICA E NOVA LEI ELEITORAL JÁ!
IMEDIATAMENTE
A democracia brasileira pelo
VOTO LIVRE
PARLAMENTARISMO
FIM DO VOTO DE LEGENDA
NOVA LEI DE LICITAÇÔES E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS
TRANSPARÊNCIA
CONTROLE DOS INVESTIMENTOS ESTATAIS EM MÍDIA E CONSEQUENTE FIM DO CONTROLE ECONOMICO DA IMPRENSA
Pelo
FIM DA COMPRA DO VOTO
FIM DO NEPOTISMO
FIM DO APARELHISMO PÚBLICO
FIM DAS LICITAÇÕES FRAUDULENTAS
Pela
DEMOCRATIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS
IMPRENSA LIVRE
MIDIA INDEPENDENTE
RESPEITO AO BEM PÚBLICO
RESPEITO AO CIDADÃO
RESPEITO Á CONDIÇÃO HUMANA.
sábado, 23 de outubro de 2010
AO MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA
“Foi muito importante a presença da Marina. Porque ela evidentemente que desviou votos da candidata do Presidente da República. E com isso possibilitou uma coisa muito importante que foi o segundo turno. Eu acho que o segundo turno é o turno em que a democracia realmente aparece. Na disputa dos candidatos e na qualidade do discurso dos candidatos. Essa agressividade, especialmente a agressividade da candidata Dilma, que se apontou na primeira discussão entre os candidatos, isso eu acho que não leva absolutamente a nada. Ao contrário, eu acho que isso descaracteriza os candidatos que perderam. Aqueles que agem dessa maneira perderam o norte das discussões do segundo turno”.
Querido Hélio!
Prezados senhores!
A intelectualidade brasileira deixou de pensar em filosofia, ideologia para vivenciar, sequer filosofia política para atuar num processo político egocêntrico – ou grupocêntrico - de batalha pelo poder e aquisição de vantagens.
Não estamos passando por uma eleição mas um leilão.
O que estamos presenciando não são debates políticos.
Nenhum dos candidatos em disputa demonstra seriedade nem verdade.
O que a mídia nos tem apresentado são fantoches pintados, travestidos e maquiados para vender produtos sem identidade e completamente vazios.
Compreendo que a proposta política envolve esses acertos, acordos e estratégias que fazem com que todos vocês apresentem milhões de justificativas para seus posicionamentos partidários.
Infelizmente, todos os posicionamentos defendem a democracia vislumbrando a defesa de suas idéias e interesses acima de seus ideais.
Para mim, a presença da Marina Silva e sua candidatura construíram uma nova situação política. Apesar de ter sido colocada como o objetivo óbvio de possibilitar o segundo turno e desafiar o poder instituído pelo claro aparelhamento do Estado PTista, o tiro – podem estar certos – abriu uma clareira em nosso País.
Assim como eu, Paulina e Neto ( que já se pronunciaram neste blog) há muitas pessoas que acreditam que política é coisa séria e uma prestação de serviço à sociedade e – principalmente - pode ser feita pela defesa de IDEAIS acima da defesa de INTERESSES e IDÉIAS. Muitos, pela discussão claro e óbvia que a Marina desencadeou, passamos a compreender o posicionamento político administrativo e ideológico do PT e de seus Partidos - partidos e divididos em grupos com interesses exclusivos e exclusos.
Sou PV por que tenho convicção de que o mundo precisa de uma postura ambientalista séria. Sem isso não haverá possibilidade de libertação nem sobrevivência para ninguém. Isso não pode ser tomado como mais um instrumento de manipulação eleitoreira, como o PT fez com a FOME, a MISÉRIA, a EDUCAÇÃO e a SAÚDE.
O poder e o egocentrismo enlouqueceu e corrompeu até os intelectuais que considerávamos conscientes e fiéis a seus ideais.
Não há diamante de mina encontrada no Piauí que vá valer tostão diante de toda nossa água subterrânea poluída e nossas matas devastadas.
Não há milhão de pré-sal que valha nada diante de gente pobre e doente e ignorante e desasistida.
Nem pose de poderosa, ou de santo bem-feitor e equilibrado, nem pose de santa defensora da natureza poderão mais inebriar a consciência de muitos brasileiros.
Não somos 20 milhões, mas alguns milhões somos sim.
O controle que vocês impuseram à imprensa e à mídia não poderá ser mantido por muito tempo.
O futuro virá.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Existe democracia sem oposição?
Publicado em 21.10.2010
Roberto Magalhães (*)
Para alterar a Constituição é exigido o quorum mais qualificado de aprovação, tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados. Para que isso ocorra, são necessários 3/5 dos votos de todos os parlamentares, o equivalente a 60% dos 81 senadores e dos 513 deputados.
Levando em conta os dados da introdução acima, constatamos que, ao fim do primeiro turno, realizado no último dia 3, a coligação de apoio à candidatura de Dilma Rousseff elegeu, para a próxima legislatura, 45 senadores e 383 deputados, ou seja, 67% dos senadores e 74% dos deputados. Isso permite, com folga e sem qualquer participação da oposição, aprovar, não apenas reformas da Constituição, mas qualquer outro tipo de reforma.
Essa situação será sempre uma ameaça à liberdade dos cidadãos e das instituições democráticas.
A eleição do novo presidente da República, contrariando as pesquisas, não se confirmou no primeiro turno. A transferência da decisão para o segundo turno, muito benéfica para o País, provavelmente se deu em razão de o eleitor, sentindo-se indeciso - até pelo recente caso de tráfico de influência que envolveu a ex-ministra Erenice Guerra -, exigir maior tempo para reflexão.
O que justifica essa necessidade de reflexão?
O mote principal da campanha da candidata Dilma é a continuidade do Governo Lula e acredito que o eleitor despertou para o perigo que essa continuidade pode representar para a democracia.
É bem verdade que o País conseguiu reduzir os níveis de miséria e de desemprego e que a economia encontra-se confortável, apesar de a crise mundial ainda subsistir. Mas isso não poderia ser diferente, uma vez que o governo Lula, além de encontrar um ambiente extremamente favorável para a economia mundial, teve o bom senso de manter e ampliar as políticas de distribuição de renda (bolsas), de combate à inflação (Plano Real) e de controle das instituições bancárias (Proer) entre outras, cujas bases foram construídas antes do seu governo.
E a continuidade do governo Lula proposta pela candidata Dilma Rousseff? Certamente, o eleitorado também está refletindo sobre essa promessa que envolve, entre outros objetivos, a descriminização ou liberação do aborto e o controle ou amordaçamento da imprensa pelo governo. Agora, não faltará quorum no Congresso Nacional (Câmara e Senado) para tanto.
O que aconteceu recentemente na Casa Civil com a ex-ministra Erenice Guerra - braço direito da candidata Dilma e por ela indicada para o cargo - nada mais é do que a continuidade do que aconteceu com o então ministro José Dirceu, na mesma Casa Civil (caso Waldomiro Diniz). Diante disso, cabe perguntar: o eleitor também vai concordar com essa continuidade?
O lado autoritário do presidente veio à tona de outra forma, em Joinville (SC), onde externou seu desejo de exterminar o Democratas (DEM) do cenário político nacional. Esse destempero aproxima Lula de personagens nada democráticos, como Ahmadinejad, presidente do Irã, e Chaves, presidente da Venezuela.
Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, relator da Declaração de Independência daquele país, então integrado por treze Colônias, em 1776, entre outras lições nos ensinou que "o preço da liberdade é a eterna vigilância".
Vigilância que é dever de todos, mas sobretudo de um Legislativo que seja independente e altivo e da imprensa livre.
» Roberto Magalhães, deputado federal, foi governador de Pernambuco e prefeito do Recife
Roberto Magalhães (*)
Para alterar a Constituição é exigido o quorum mais qualificado de aprovação, tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados. Para que isso ocorra, são necessários 3/5 dos votos de todos os parlamentares, o equivalente a 60% dos 81 senadores e dos 513 deputados.
Levando em conta os dados da introdução acima, constatamos que, ao fim do primeiro turno, realizado no último dia 3, a coligação de apoio à candidatura de Dilma Rousseff elegeu, para a próxima legislatura, 45 senadores e 383 deputados, ou seja, 67% dos senadores e 74% dos deputados. Isso permite, com folga e sem qualquer participação da oposição, aprovar, não apenas reformas da Constituição, mas qualquer outro tipo de reforma.
Essa situação será sempre uma ameaça à liberdade dos cidadãos e das instituições democráticas.
A eleição do novo presidente da República, contrariando as pesquisas, não se confirmou no primeiro turno. A transferência da decisão para o segundo turno, muito benéfica para o País, provavelmente se deu em razão de o eleitor, sentindo-se indeciso - até pelo recente caso de tráfico de influência que envolveu a ex-ministra Erenice Guerra -, exigir maior tempo para reflexão.
O que justifica essa necessidade de reflexão?
O mote principal da campanha da candidata Dilma é a continuidade do Governo Lula e acredito que o eleitor despertou para o perigo que essa continuidade pode representar para a democracia.
É bem verdade que o País conseguiu reduzir os níveis de miséria e de desemprego e que a economia encontra-se confortável, apesar de a crise mundial ainda subsistir. Mas isso não poderia ser diferente, uma vez que o governo Lula, além de encontrar um ambiente extremamente favorável para a economia mundial, teve o bom senso de manter e ampliar as políticas de distribuição de renda (bolsas), de combate à inflação (Plano Real) e de controle das instituições bancárias (Proer) entre outras, cujas bases foram construídas antes do seu governo.
E a continuidade do governo Lula proposta pela candidata Dilma Rousseff? Certamente, o eleitorado também está refletindo sobre essa promessa que envolve, entre outros objetivos, a descriminização ou liberação do aborto e o controle ou amordaçamento da imprensa pelo governo. Agora, não faltará quorum no Congresso Nacional (Câmara e Senado) para tanto.
O que aconteceu recentemente na Casa Civil com a ex-ministra Erenice Guerra - braço direito da candidata Dilma e por ela indicada para o cargo - nada mais é do que a continuidade do que aconteceu com o então ministro José Dirceu, na mesma Casa Civil (caso Waldomiro Diniz). Diante disso, cabe perguntar: o eleitor também vai concordar com essa continuidade?
O lado autoritário do presidente veio à tona de outra forma, em Joinville (SC), onde externou seu desejo de exterminar o Democratas (DEM) do cenário político nacional. Esse destempero aproxima Lula de personagens nada democráticos, como Ahmadinejad, presidente do Irã, e Chaves, presidente da Venezuela.
Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, relator da Declaração de Independência daquele país, então integrado por treze Colônias, em 1776, entre outras lições nos ensinou que "o preço da liberdade é a eterna vigilância".
Vigilância que é dever de todos, mas sobretudo de um Legislativo que seja independente e altivo e da imprensa livre.
» Roberto Magalhães, deputado federal, foi governador de Pernambuco e prefeito do Recife
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
ADIVINHA QUEM È O ALI BABÁ
UM PELO OUTRO.. NÂO TEM TROCO!!
PENA QUE O VEREZA AINDA NÂO HAVIA ESTADO COM MARINA. MAS O POSICIONAMENTO QUANTO AO LULA VALE A PENA CONHECER.
Durante entrevista ao "Programa do Jô" da Rede Globo ( 3 de maio de 2006) , o ator Carlos Vereza se mostrou indignado com o que considera a "esquerda estérica" que assumiu o poder. Afirmou que o ex-prefeito José Serra integra a "verdadeira esquerda, aquela que não é a viúva do Muro de Berlim", enquanto Lula é "uma invenção da USP, da UNICAMP, e das comunidades eclesiásticas de base com o aval do falecido Golbery de Couto e Silva", General de grande influência política durante o Regime Militar, e que foi chefe do gabinete civíl durante o governo de Ernesto Geisel. Ressaltou ainda que se antes Lula era considerado "um grande líder metalúrgico", hoje "transformou-se na glamurização do apedeuta, da ignorância".
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