sábado, 26 de março de 2011

A todos, exceto aos legitimos donos...

A QUEM INTERESSA BELO MONTE?




Compenetrado para a foto, Paulo Maldos (PCdoB), assessor de assuntos indígenas da Secretaria Geral da Presidência da República, com as mãos sujas do Sangue dos Povos Indígenas e da Espoliação dos Recursos do Patrimônio dos Povos Originários Brasileiros, recebe de Marcos Apurinã, sob olhar atento da Nuitu Mapulu Kamayurá e demais lideranças, um vídeo contendo denúncias, reivindicações, demandas e protestos das Etnias Atingidas por Belo Monte, mas deixou em cima da tv para assistir com o companheiro Gilberto Carvalho após a novela e depois, inebriados em seu bem-remunerado e comum Jardim das Delícias, se esqueceram e foram dormir. O sono da Casa Civil (CIMI) é o despertar das Bestas Genocidas a serviço do Grande Capital. 

Manifestações populares contra Belo Monte ocorrem HOJE, sexta-feira, dia 4/2/2010, das 12 às 13 horas, diante das agências do BNDEs nas principais capitais da Federação. No Rio de Janeiro, o protesto se dará defronte ao Banco Nacional de Desenvolvimento, próximo ao Largo da Carioca, a partir das 11 horas, tendo sido organizado - apesar da presença dos militantes do Greenpeace, entidade financiadora do nefasto ISA - fora da esfera das ongs salvacionistas ligadas ao indigenismo neoliberal ou missionário e ao neoliberalismo ambientalista, hoje aparelhando o Estado Brasileiro - entidades mais interessadas em obter o "verde" das compensações ambientais do que em salvar do Holocausto Ambiental e Humano os Povos e Ecossistemas do Xingu. 

Em Brasília, a manifestação é convocada pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Confederação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) e pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA), o que já parece deslegitimar qualquer protesto contra Belo Monte (ou contra qualquer outra obra do PAC), pois todas as três entidades – apesar dos esforços hercúleos e da luta abnegada de Marcos Apurinã e outras lideranças e organizações indígenas não-cooptadas dentro da COIAB – lutaram Criminosa e Incansavelmente pela viabilização do Belo Monstro – atingindo diretatamente mais de 25 mil indígenas de 24 etnias diferentes, milhares de ribeirinhos, populações extrativistas, pescadores e pequenos agricultores, ecossistemas inteiros, contendo inumeráveis espécies vegetais e animais, além de parte da área urbana de Altamira - na Casa Civil, na Presidência da Funai e no Conselho Nacional de Política Indigenista.
Ao Movimento Indígena Revolucionário e aos observadores mais atentos, parece que tais Ongs, que, de forma profissional e extremamente eficaz, engabelam a opinião pública nacional e internacional, assim como tentam engabelar os Povos Indígenas Brasileiros (que, desesperados, muitas vezes são usados como massa de manobra dessas organizações criminosas), querem, mais uma vez, lograr militantes bem intencionados e voluntários de boa-fé.

Ao ISA, COIAB, CTI, entre outras, INTERESSA A CONSTRUÇÃO DE BELO MONTE, entre outras obras do Programa de Aceleração do Capitalismo (PAC), pois interessam os recursos das compensações ambientais, uma grana preta que NÃO SERÁ dividida com os Povos Indígenas brasileiros, em especial, com as etnias atingidas por Belo Monte (grana essa que será pulverizada nas assessorias, como sempre fazem); ao CIMI interessa “o esbulho, o genocídio, a pilhagem, o etnocídio e a grande festa das oligarquias, dos corruptos, dos inescrupulosos e do grande capital nacional e internacional” (como disse o ex-representante do CIMI na Funai, o incompetente e fujão Eduardo Almeida, convocado - junto com outros antropólogos organizados na Associação Nacional de Ação Indigenista [ANAI], como Guga Sampaio, que pagam o colégio particular dos filhos e seus bons apartamentos em Salvador com a mais vil manipulação política e a exploração [espoliação] acadêmica do conhecimento dos Povos Originários, Quilombolas e Tradicionais - para atacar o AIR e outros Movimentos Sociais Não-Cooptados, sobre quem protagonizou a sua própria gestão de à frente do órgão, enquanto tratava de se esconder das bordunas dos Xavantes e da autoridade moral de Carlos Pankararu debaixo das saias da Polícia Federal), pois é com o Holocausto, a Miséria e o Extermínio dos Povos Indígenas que o Conselho Indigenista Missionário, de quem Paulo Maldos é assessor político, se alimenta politicamente e constrói o seu discurso denuncista (fazendo escola em São Paulo), tão à gosto da opinião européia e da esquerda não-informada, o que rende polpudos repasses internacionais de organizações católicas e de direitos humanos, além dos prêmios internacionais, como o “Nobel” recebido recentemente pelo Bispo de Altamira.


Nascido de um braço da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), como o CIMI, o Centro Ecumênico de Documentação Indígena (CEDI), hoje transformado no poderoso e arqui-milionário Instituto Sócio Ambiental (ISA), graças aos esforços de Paulo Maldos que, começando a “garimpar” junto aos católicos austríacos, alemães e cristãos noruegueses, acabou por trazer uma monta incalculável de euros e dólares de entidades privadas e governos europeus para as organizações indigenistas e ambientalistas brasileiras, conseguiu, dentro do Governo Lula, por meio de um conluio com as demais “organizações parceiras”, usando da perfídia, o perjúrio, da manipulação midiática e da mais explícita má-fé, derrubar - com auxílio do assessor do CNPI, Frederico Magalhães, que usa de sua influência no Santuário dos Pajés para neutralizar a Resistência Indígena Autêntica em Brasília e inviabilizar a estadia de indígenas contrários ao CNPI no DF, de petistas enciumados dentro da Fundação Nacional do Índio, com assessoria pessoal do coronel Gelio Augusto Barbosa Fregapani, chefe do Grupo de Trabalho da Amazônia (GTAM), da ABIN, então lotado em Brasília - um Presidente da Funai Republicano, Abnegado e Preparado, para colocar o seu representante, o nepotista Márcio Meira, transformando a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) em FUNAE, Fundação Nacional do Empreendedor, mais preocupada com “cronogramas de obras” e com “os dramas do empreendedor” do que com a proteção efetiva dos Povos Originários, como explicitava carta do agora exonerado – por competência, experiência, espírito humanista e ideais republicanos – chefe do Posto Indígena Avá-Canoeiro (tema da próxima postagem), Walter Sanches, veterano de contatos ao lado de Cláudio Villas-Boas no Peixoto de Azevedo (Panará e Kren-Akrore) e há mais de 20 anos protegendo, independente de folha de ponto ou contra-cheque, os últimos seis Canoeiro de Serra da Mesa (GO), única etnia contemporânea do planeta a ter habitado cavernas (Ithá), contra o lento processo de extermínio patrocinado por Furnas, Novatrans, CPLF e pela belga Tractebel – processo genocida agora agravado pela pulverização, por vendeta pessoal da Presidência da Funai, da extinta Coordenação de Goiânia, a melhor e mais estruturada unidade do Brasil, cujos servidores, alguns dos mais preparados da União, resistindo há mais de um ano com telefone e internet cortados, sem viaturas nem recursos, fazendo faxina em mutirão, agora foram transferidos ex-ofício para os mais distantes rincões do país, desarticulando uma rede indigenista de apoio consolidada há duas décadas. 

O senhor Meira (ISA), aboletado na Funai e convenientemente excluído temporariamente do quadro oficial do site da entidade (mas despachando no escritório da Ong e se hospedando em hotel da mesma organização em São Gabriel da Cachoeira, quando é convocado a dar explicações), foi colocado para desmantelar uma tradição indigenista de mais de 100 anos, iniciada com Rondon, nomeando-se presidente do Conselho Nacional de Política Indigenista (para poder neutralizar lideranças indígenas tradicionais e indicar os seus próprios representantes, escolhidos a dedo numa reunião na Aldeia São João [Krikati] realizada em 2007 e financiada pelo próprio bolso, forjando assim uma farsa de “representatividade indígena” dentro do Governo Federal), privatizando literalmente a Fundação Nacional do Índio e extinguindo, com o Decreto Criminoso 7056/09, os Postos Indígenas, Coordenações e Administrações Regionais (agora CTLs, uma renomeclatura, segundo o próprio, que foi – muito bem – entendida por posseiros, fazendeiros, empreiteiras, mineradoras, papeleiras, traficantes e missionários, entre outros genocidas e etnocidas, como “acabou a Funai, podemos invadir”), jogando os recursos da Assistência e da Proteção aos Povos Indígenas no caixa do ISA – a quem representa - e das “ongs amigas” (parceiras), perseguindo e exonerando implacavelmente servidores probos (ao menos uma servidora foi assassinada por assédio moral e outro internado em psiquiatria “a bem do serviço público”, muitos veteranos, às vésperas da aposentadoria, foram obrigados a aceitar transferência para AGU e demais órgãos sem ligação alguma com indigenismo, fazendo com que os mais gabaritados quadros do serviço público capacitados a estabelecer uma ponte de diálogo entre o Estado e os mais diversos Povos Originários desse país-continente perdessem totalmente as suas atribuições legais – em um processo stalinista a serviço do Agronegócio e do Grande Capital Apátrida, bem ao gosto do partido do “guru de todos”, Paulo Maldos, que não somente aceita essas contradições naturalmente, como delas sobrevive), retirando direitos adquiridos de Povos Indígenas, promovendo uma “rediscussão” da legislação indigenista brasileira, tão somente para melhor criminalizar indígenas (fazendo à nível institucional o que faz no patamar rasteiro o seu capanga Rilder Ribeiro Maués, que passou a manhã do dia 10 de julho de 2010 ao lado do delegado da 5ª DP de Brasília, Laércio Rosseto, renomeado pelo Governador Agnelo [PT por fora, PcdoB por dentro], por serviços prestados contra indígenas e apoiadores no DF, incluindo a tortura de um jovem Tupinambá e a recusa de atendimento médico para militante gravemente enfermo e ilegalmente detido, titular da mesma unidade repressora, procurando meios e modos de criminalizar indígenas), estando o representante de Márcio Santilli COMPROMETIDO ATÉ A MEDULA com a construção da UHE Genocida Belo Monte, empurrada goela abaixo dos Povos Indígenas e ribeirinhos estarrecidos, sem respeitar as 66 condicionantes estabelecidas previamente pelo IBAMA e pela própria Funai e nem sequer consulta prévia às populações atingidas, como preconiza a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho e a Declaração Universal dos Povos Indígenas da ONU, entre outras resoluções (como pode ser constatado pela entrevista da liderança indígena Ozimar Juruna, da Aldeia Pakisamba, enviado por Sheyla Yakarepi Juruna, da Comunidade do Km 16, como se pode ver no vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=dycQ49n9mGw ), dando anuência incondicional às obras (numa briga com servidores que já dura 4 anos, Meira assina pessoalmente o que é da competência de técnicos de licenciamento ambiental, tendo, assim que entrou, AFASTANDO SUMARIAMENTE todos os cinco técnicos, altamente experientes e preparados para tal, assim como toda a Coordenação Geral de Proteção Territorial, entre outras coordenações), acabando com a unidade da Funai em Altamira e coincidentemente instalando imediatamente um escritório do ISA no município, chantageando com processos administrativos lideranças indígenas, enviando representantes para coagir e constranger presidentes de associações de base, forjando uma proteção fictícia aos chamados Índios Isolados da TI Koatinemo, a ser atingida pela represa, orientando a senhora Vasco a ordenar que um servidor, entre outros tantos, RASGASSE um relatório de impacto socioambiental cuidadosamente elaborado sobre os danos da UHE Belo Monstro sobre determinada etnia, entre outros CRIMES ADMINISTRATIVOS E CRIMES CONTRA A HUMANIDADE, agora chegando ao ponto de, contrariando o parecer das duas técnicas em licenciamento por ele mesmo nomeadas, criar recentemente uma nova figura jurídica: a “licença específica", declarando “não haver óbice” para a construção.
Portanto, de olho nos recursos das compensações socioambientais (já garantidos por Márcio Meira de antemão), o Instituto Socioambiental participa ativamente do conluio bilionário e criminoso, que, entre outras vítimas, já derrubou Ministros de Estado e Presidentes da Funai e do IBAMA, além de um sem-número de servidores, tanto no Ministério do Meio Ambiente quanto na Funai, não tendo nenhum estofo moral para participar ou organizar de manifestação alguma que proteste contra Belo Monte. O último absurdo desse conluio genocida, além da licença específica, foi a licença parcial dada pelo presidente interino do IBAMA, Américo Tunes, igualmente ligado ao ISA, para “supressão de vegetação” imediata de Reserva Ambiental Permanente para instalação do canteiro de obras (na lei, o que existe é licença prévia, que é um primeiro sinal ao empreendedor, entendido como aprovação do Estudo de Impacto Ambiental – o que não é, de modo algum, uma autorização para empunhar a motosserra contra a floresta tropical ou contra bioma algum).
Sendo as ongs citadas, o ESTADO HOJE, o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) já adiantou empréstimo à MORTE ENERGIA, gang formada com o objetivo de obter altas taxas de lucro, às custas de uma brutal exploração do povo brasileiro e da
apropriação dos bens naturais estratégicos, de mais de um bilhão de reais para o serviços sujos de desmatamento e eliminação da biodiversidade – em um lucrativo negócio que lhes renderá recursos e projetos até o dia que o Sol (Kwat) resolver não se levantar mais e a escuridão cegar os olhos dos pássaros (que, segundo um Pajé do Alto-Xingu, passarão a defecar sobre nossas cabeças – o que o Governo Federal Petista vem fazendo na prática).
A COIAB, cooptada pelo senhor Meira e o senhor Maldos, com assessoria de Sonia Boni Guajajara, na mesma reunião de 2007, financiada pelo próprio autocrata da República do Açaí Azedo (de onde Meira tira os seus recursos? Onde está a CGU?), apesar da luta pessoal de lideranças como Marcos Apurinã e Agnelo Xavante e de algumas organizações, todas traídas em conluio dentro da confederação, embora jogue para opinião pública uma posição contra as obras da Usina Genocida Belo Monstro, aprova por meio de seus representantes na CNPI, as construção dessa e de outras obras do PAC – pensando, obviamente, na remuneração presente, mas de olho nas compensações futuras que pensam serem eternas como o Sol (esquecendo-se, em primeiro lugar, que algumas hidrelétricas aqui no Brasil pagam compensações enquanto estão nos canteiros de obras, depois, simplesmente, se negam a tratar do assunto; em segundo lugar, que os indígenas não possuem um corpo jurídico como o do Instituto Socioambiental; e, em terceiro, como disse certa ocasião o venerável Takumã Kamayurá, Grande Pajé, que “o dinheiro acaba, o Rio é para sempre, não acaba”).
A verdadeira resistência a Belo Monte foi travada na “Guerra da Balsa”, no início de 2010, quando guerreiros Kayapó seqüestraram a balsa que atravessa o Rio Xingu, impedindo a distribuição da carne bovina na região (http://convert.neevia.com/docs/72111416-216c-454f-95be-e128c34f4a85/Comunicado%20Megaron.pdf), nas palavras nobres e duras do venerável Raoni Metuktire e das notáveis lideranças Juruna (Yudjá) e Arara; no sequestro de funcionários da Funai na Aldeia Pavuru em 2009; a resistência autêntica contra Belo Monte se manifestou nas batalhas do AIR para romper o cerco formado por Polícia Federal, ABIN e Ministério da Justiça para fazer ouvir, debaixo de um complô midiático (uma “estratégia de silenciamento” a serviço das grandes mineradoras e empreiteiras assessoradas por Funae e Ministério da Justiça), os 15 Pontos do Acampamento Indígena Revolucionário; a luta das 212 lideranças e das inúmeras aldeias, comunidades e etnias inteiras que se opõem frontalmente ao mega-empreendimento; a resistência autêntica contra Belo Monte, entre outras tantas protagonizada por indígenas, está presente na luta das lideranças e dos jovens do Alto, Baixo e Médio Xingu, no bom combate das lideranças autênticas e dos bravos jovens das etnias Kayapó Metuktire, Arara, Juruna, Xikrin, Araweté, Kisedjê, Ikpeng, Trumai, Assuarini, Kamayurá, Kayabi, Kuikuro, Kalapalo, Yawalapiti, Nahukwá, entre outras tantas, entre os 25 Povos atingidos direta e indiretamente e de indígenas de todo o Brasil que pensam nas próximas gerações e não aceitam nem acatam esse monstro de cimento e aço engolindo o que há de mais sagrado no planeta Terra - a sobrevivência dos Rios e das Matas e a Proteção Física e Espiritual dos Povos Indígenas.
A resistência autêntica contra Belo Monte não se encontra em Brasília hoje, encontram-se ali o CIMI e o ISA, jogando “para inglês ver” (norueguês, austríaco, francês e etc), que mobiliza como um grupo de idealistas, indígenas e não indígenas, atingidos por barragens ou não, que combatem valorosamente e com todo o coração o Holocausto Ambiental e Étnico representado pela jóia da coroa do PAC, para forjar a sua farsa.
É bom lembrar que o senhor Paulo Maldos (CIMI), apelidado Paulo Pinóquio, então “assessor pessoal do presidente Lula”, como gostava de se apresentar o atual assessor de Dilma, instrumentalizador profissional da miséria alheia, à época encarregado de neutralizar movimentos sociais dentro do Gabinete da Presidência da República, mentiu descarada e covardemente aos probos e abnegados representantes dos Povos do Xingu e do Brasil-Central em novembro de 2009 (como mentiu aos representantes e lideranças do Acampamento Indígena Revolucionário em diversas ocasiões), dizendo que encaminharia a carta encabeçada por 212 lideranças indígenas contra Belo Monte, denunciando a ausência de consulta e a falta de respeito às condicionantes às autoridades, entre elas, a então Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, falando que “nada seria enfiado goela abaixo” para acalmar os indígenas e colocá-los pacificamente de volta em um ônibus de volta às aldeias (o que faz que o setor de inteligência do Acampamento Indígena Revolucionário pensar que o senhor Paulo Maldos era sócio de agência de turismo). Menos de um mês depois seria publicado o decreto presidencial 7056, escrito possivelmente com colaboração do próprio (covarde) Maldos, neutralizando toda a rede de resistência autêntica contra a UHE Belo Monte (e jogando grupos desesperados nas mãos das ongs), fechando da Funai de Altamira, foco de Resistência Indígena Autônoma, formada por lideranças de raiz, exonerando servidores e sertanistas probos e experientes e deixando os indígenas do Xingu (Alto, Baixo e Médio), mais de 25 mil indivíduos de mais de duas dezenas de etnias originárias, expostos à sanha genocida dos Barões da Eletricidade à serviço do Programa de Aceleração do Capitalismo (PAC).
Maldos (PcdoB), “Guru dos Bispos do Brasil” e ex-assessor de Aparecida Almeida (PcdoB), amigo pessoal do "Exterminador do Futuro", Aldo Rebelo, partidarizou tanto as reuniões do Conselho Nacional de Política Indigenista, que (ver as atas) a secretária do CNPI (e assessora do ex-Ministro Paulo Barreto, Justiça), Terezinha Maglia, chegou a chamar a deputada Aparecida de "minha senadora" em meio à uma reunião do conselho e em pleno período eleitoral.
Ex-assessor do MST, a quem traiu, segundo testemunhas, Maldos desmontou inúmeras organizações indígenas até que encontrou abrigo seguro entre os Bispos, sendo nomeado assessor político do CIMI onde fez a cama para chegar ao Gabinete da Presidência da República. Trotskista que nunca apanhou ou foi preso, em nome do CIMI, no dia 22 de abril de 2000, incitou violentamente os militantes do Movimento Indígena, cerca de 3.600 índios das mais diversas etnias, e demais movimentos sociais (negros, quilombolas, mulheres, estudantes, sem-terra e etc), organizados no acampamento Quilombo, insuflando-os a marchar contra as autoridades constituídas (Fernando Henrique Cardoso, Antonio Carlos Magalhães e o então Presidente de Portugal) no evento Brasil 500 anos, sabendo de antemão que as Forças de Segurança não permitiriam e o sangue iria correr solto, com bomba, cassetete e gás (por sorte, ninguém morreu – mas um rapaz Terena ficou paraplégico). Conta-se também que na ocasião indígenas não cooptados foram espancados pelos Pataxó cooptados, a seu mando, mas isso não se pode provar.
Sempre na retaguarda, Maldos ficou monitorando a ação repressora na segurança de seu carro, onde, segundo confessa em e-mail tornado público, pegou a então senadora Marina Silva e sua assessora Áurea, “perdidas no meio da estrada” e levando-as para longe da pancadaria e do gás – “até local seguro” (enquanto indígenas eram massacrados pelas forças de ACM e as tropas de FHC, que contaram até com lanchas da Marinha para evitar que estudantes escapassem a nado), garantindo sempre que toda a ação fosse fotografada e registrada em vídeo. De posse das imagens da Violência de Estado, Maldos começou a bater forte - por meio do CIMI e da imprensa - no governo Fernando Henrique (que, não fosse pela gestão Mércio, fez mais pela questão indígena do que nas gestões petistas, veja o exemplo do Procambix, hoje sucateado por Márcio Meira), conseguindo um índice de 100% da população indígena a favor de Luís Inácio Lula da Silva, que se elegeu em 2003, garantindo a vaga do CIMI no Gabinete da Presidência da República (e, cinco anos após de intenso trabalho labial, garantiu a nomeação de uma “ong parceira” para a Presidência da Funai).
Como estar no poder não é garantia de paraíso, em fins de 2009, o Presidente da República, a pedido da Fundação Nacional do Empreendedor (FUNAE), publicou o decreto 7056, o que traria supostamente a paz – para os empreendedores - e a grana das compensações – para os vivaldinos. Mas os indígenas não aceitaram e, com diversas etnias organizadas, ocuparam a sede da Funai em Brasília por quase duas semanas para pedir o fim do decreto a queda do ditador Meira (não sabiam que o ditador nunca está só). Com a manifestação dissolvida por força militar (Bope, Força Nacional e Polícia Federal) e a sede agora ocupada militarmente pela Força Nacional, impedindo entrada de indígenas, os manifestantes rumaram para a Esplanada dos Ministérios, onde acamparam durante nove meses no que foi batizado como Acampamento Indígena Revolucionário, que em certa ocasião chegou a abrigar quase 30 etnias brasileiras – enfrentando bravamente cinco operações policiais e uma de intimidação defronte ao Palácio da Justiça. Com a aproximação do período eleitoral e a resistência dos militantes, Maldos foi escalado – junto com o diretor de assistência da FUNAE, Aluysio Guapindaia, para subornar indígenas, com propostas de “reposição de gastos” e oferecimento de “hotel e alimentação digna” no dia 14 de junho de 2010.

Na sua luta inescrupulosa para destruir o AIR, Paulo Maldus – que ligava para uma das lideranças desde a noite do dia 10 de junho - chegou a ponto de telefonar para indígenas
para colocar um contra o outro (o mesmo ardil utilizado desde o século XVI, por ocasião da Guerra dos Tamoios), indispondo etnia contra etnia, comunidade contra comunidade, vizinho contra vizinho, pai contra filho, irmão contra irmão. Tendo já jogado os irmãos indígenas contra os Leões (e depois jogado uns contra outros), Paulo Pinóquio não é o primeiro “Guru dos Bispos” a fazer jogo duplo a favor do genocídio, do etnocídio, do esbulho e da expropriação de terras e direitos. O “iluminado” Padre José de Anchieta, citado como herói humanista, depois de ter sua vida poupada em Iperoígue (hoje Ubatuba), pelos Tupinambá e de ter sido entregue são e salvo em São Vicente, junto com Nóbrega, segue para a Bahia no intuito de convencer o Governador Geral, Mem de Sá, a liquidar de vez com essa
“carniceira nação, cujas queixadas ainda estão cheias de carne dos portugueses” (Anchieta, Carta de São Vicente, 1565), palavras que ecoaram na ação de 20 de janeiro de 1567, quando a soldadesca lusitana e aliados nativos tiveram a ordem de “não tomar escravos” e, tão somente, reduzir “a raça maldita” às cinzas (Padre Anchieta ainda celebrou o massacre que culminou com crânios de milhares de “gentios”, homens, mulheres e crianças, enfiados em estacas no dia de São Sebastião (do Rio de Janeiro), no poema De Gestis Mendi Saa).
O sangue covardemente derramado dos Tupinambá e demais grupos organizados no Conselho dos Tamuya no chamado "Massacre de Uruçumirim" – “Cento e sessenta as aldeias incendiadas, mil casas arruinadas pela chama devastadora, assolados os campos, com suas riquezas, passado tudo ao fio da espada”- ainda escorre pelo esgoto fétido que deságua na Praia do Flamengo, assim como nos Rios Carioca e Maracanã, agora fios chorumosos de merda industrial e humana, trazendo a leptospirose e a Morte com as chuvas, contaminando a Guanabara e transformando-a numa triste e letal “boca banguela”, portando consigo uma CAROARA (“Maldição” ou “Feitiço”) lançada por nossos antepassados, fazendo com que nenhum governador do Rio de Janeiro, fosse da antigo Estado da Guanabara, seja do atual Estado do Rio, independente de competência e carisma político (como Leonel Brizola esbanjou), alcance a Presidência da República. E que os seus habitantes sejam amaldiçoados por uma leviandade festeira que os impede de alcançar a profundidade de espírito.
A Maldição lançada por Belo Monte (Kararaô), obra que - sem consulta anterior aos Povos Impactados - prevê a chegada de mais de 100 mil trabalhadores para um dos maiores Santuários Vivos do Planeta, movendo mais terra e areia do que a construção do Canal do Panamá e cerca de 60 Bilhões já estimados por fontes não oficiais, Caroara vinda da profundeza das Florestas Tropicais, do Majestoso Rio Xingu, que nasce no Morená, onde o Herói Mavutsinin criou o Homem e quase todas as coisas belas e feias que no mundo habitam, ecoará sobre o Brasil e os seus Governantes por gerações – impedindo o acesso à felicidade e à verdadeira grandeza.
Ainda há tempo.


Política Indigenista da Presidência da República para os Povos Originários Brasileiros
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quarta-feira, 23 de março de 2011

UMA DIVIDA REAL...

Dívida interna brasileira de 1 trilhão e 500 bilhões, continua a crescer, sem nenhuma surpresa, na medida em que ninguém liga ou é alertado para essas coisas, por enquanto.
(Retirado de um artigo de Hélio Fernandes, irmão do Millôr, publicado em 29 de janeiro de 2010, no seu Tribuna da Imprensa virtual.)



Oficialmente o governo confirmou: o total da chamada dívida interna é esse que está no título. Livre e desembaraçado, o governo anterior deixou para o sucessor, uma dívida de 800 bilhões. Que Lula DOBROU.

Ele e seus parceiros conseguiram muito mal ir reduzindo os juros, mas não conseguiram reduzir a dívida. É até natural. Os juros anuais exigiam amortizações de 150 bilhões, o governo só conseguia algo em torno de 90 bilhões (que o governo ousava chamar de nossa economia). Portanto, como ele pagaria 150 se só tinham 90? Elementar.

Antes da crise, o governo conseguia amortizar (como confessava publicamente) 90 bilhões e os outros 60 bilhões, acrescentavam ao total da dívida. Os credores (crime hediondo) aceitavam, não por generosidade, mas sim porque isso é da essência do capitalismo.

Recebiam 90 bilhões, à vista, e a dívida, todo ano, aumentava 60 bilhões, quer dizer: AUMENTAM OS PAGAMENTOS, E A DÍVIDA CRESCE NA RAZÃO DIRETA da quadratura do círculo. Que se fecha, inapelavelmente, encurralando o cidadão-contribuinte-eleitor a médio e longo prazo.


PS 1 – Os que DEFENDEM BRAVAMENTE A LIBERDADE DE IMPRENSA, não podem tocar nesses assuntos. Podem DENUNCIAR um desfalque de 30 mil reais no interior do Piauí, mas têm de ESQUECER a nossa morte adiada.

PS 2 – Como este repórter (e o seu jornal virtual) não me importo com o desfalque do Piauí, mas denuncio todos os GRANDES CORRUPTOS QUE METEM O PAÍS NUMA ENRASCADA. Cadê a televisão para mostrar o que é, verdadeiramente, liberdade de imprensa? Mas enquanto viver, lutarei por ela.

Um detalhe: hoje, 22.3.2011 essa dívida é de R$ 1.830.000.000,00 (um trilhão e oitocentos e trinta bilhões de reais) e a taxa de juros selic anual 11,17%, ou seja, esse ano pagaremos no mínimo duzentos bilhões para rolar a dívida. Com a economia cada vez menor que o governo consegue fazer, em breve ficaremos mal na foto. Mais um ciclo de sofrimento da nação à vista. É muito fácil de adivinhar quando toda essa bolha irá estourar: após a Copa do Mundo e as Olimpíadas, onde gastaremos duzentos bilhões a mais ao final, no mínimo. Com a Grécia bastou uma Olimpíada. A única coisa que temos certeza: não só Lula, Dilma também será culpada.

Mas quem é que vai se interessar por assuntos “negativos” como esses antes do estouro da boiada, o único fato que orquestra as multidões no território sem retorno do tarde demais? Por enquanto a estrelinha simpática da sorte do PT serve demais como máscara otimista para a coisa preta que está se aproximando.

Quem tem de apontar tudo isso é o mundo, que por enquanto gostou do espetáculo do clown Lula no poder e está dando um tempo (apesar das finanças estrangeiras já terem começado a pular fora) enquanto espera o fim dos pães de graça, dos circos muito caros e das ilusões de visibilidade do nosso povo que viverá a sua grande apoteose antes da decadência, ai de nós.

XINGU - 500 anos: o extermínio da nação indígena continua


Os ava canoeiros já se foram: 
Canoa canoa desce
No meio do rio Araguaia desce
No meio da noite alta da floresta
Levando a solidão e a coragem
Dos homens que são
...Ava avacanoê
Ava avacanoê
Avacanoeiro prefere as águas
Avacanoeiro prefere o rio
Avacanoeiro prefere os peixes
Avacanoeiro prefere remar
Ava prefere pescar
Ava prefere pescar
Dourado, arraia, grumatá
Piracará, pira-andirá
Jatuarana, taiabucu
Piracanjuba, peixe-mulher
Avacanoeiro quer viver
Avacanoeiro só quer pescar
Dourado, arraia e grumatá
Piracanjuba, peixe mulher

Governo dos Trabalhadores os carrascos das últimas nações indígenas
Programa de saúde foi proposto durante as eleições e jkamais concretizados.
Câncer
Doenças sexualmente transmissíveis
Tudo o que nossos índios herdam da civilização colonizadora
é desrespeito e morte.

IDEOLOGIA....PRA VIVER!!


Eis o que aprendi dos 2 processos eleitorais dos quais participei como candidata do PV, pelo PV, pela defesa dos 12 "mandamentos  verdes'


EU ACREDITO NO QUE DIGO E FAÇO!


Sou ambientalista por questão de bom senso e assumi posicionamento político partidário em função de minhas convicções, mas consciente de que política é apenas política.

É trabalhar em função dos interesses dos grupos que o elegeram,que por sua vez, tem objetivos econômicos, movimentação financeira para viabilizar as eleição e releleição dos que são determinados para assaumir o DITO poder.

Esse negócio de aquecimento global, redução de camada de ozônio,fome, miséria e todas as justificativas de objetivo humanitário ou ambiental são - para  todos os g overnos - APENAS elementos midiáticos para obtenção do PODER. NADA ALÈM!
Não ha o que discutir neste campo.
Nem ilusão!

O PV deveria ser diferente, mas os partidos políticos são escolhidos em função dos votos que poderão levar a um cargo público.
As negociações são feitas em função de se assuamir empregos e funções públicas negociadas e não ligítimas, com a devida competencia técnica e fidelidade às convicções.
É assim que os grandes erros são cometidos em nome da defesa do ser humano. O que está por trás, desde que o homem é homem, são objetivos mesquinhos e setorizados.

Essa é a verdadeira miséria da condição humana.

Obama foi eleito por que foi permitido pela ordem mundial por que o mundo queria um governante do GOVERNO MUNDIAL que fosse negro, para conquistar a simpatia da maioria.
Dilma se elegeu presidenta do Brasil por que a ordem maundial queria uma mulher no governo brasileiro.
Estão no poder os comprometidos com a ordem econômica mundial.

A Rio+20, tal como aconteceu em Kyoto,  a causa ambiental e a causa humanitária não importam ao poder. È nossa única mídia e só isso.

Seriedade ZERO!

Ainda acredito que os verdes somos a única esperança de mudança neste Brasilzão de nosso Deus.


NEM DILMA NEM OBAMA FALARAM NADA DA CONFERENCIA RIO-2012.

Só para a gente ir se acostumando com a má vontade dos países e chefes de estado em relação à GOVERNANÇA PLANETÁRIA e a todos os Tratados e Convenções que regulam o clima, os oceanos, as águas doces, as florestas, as áreas úmidas, os solos, os rios, o saneamento ambiental, as cidades, as populações tradicionais, e os impactos ambientais que ameaçam a Vida e a Sobrevivência Humana na Terra.

Obama e Dilma falaram de tudo: Copa do Mundo e Olimpíadas (infra-estrutura e logística para o Brasil com tecnologia e dinheiro americanos), Petróleo para os próximos 50 anos, Etanol de cana a partir de 2035, Energias Renováveis e até sobre a Economia Verde. Assinaram mais de 10 ACORDOS COMERCIAIS, mas nada de assinarem e pactuarem a SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA-ECOLÓGICA entre os dois países, e muito menos de liderarem um processo mundial de convocação dos países para a Conferência da ONU, o ano que vem no Riode Janeiro. Nenhuma linha e nenhuma fala sobre a RIO+20. LASTIMÁVEL! E Obama disse que quer conhecer o Carnaval do Rio. Só farra e bussines, Governança Planetária ellles ...am e andam.

Anand Sampurno



“O Partido Verde precisa se reformular para não ser mais um PPN (Partido de Porra Nenhuma). Se a tão prometida revisão programática (profunda) do PV não sair do papel neste momento político, é provável que essa falta de rumo e coerência partidária acabe afundando a legenda”
( da acoluna de renata Camargo alincada acima para acessar ao  texto completo)

 BELO MONTE, NÃO!

É impressionante a capacidade de destruição do ser humano. Ele não se limita neste aspecto. Não há um comprometimento mínimo sequer com a possibilidade de ações voltadas ao chamado progresso com sustentabilidade.

Em época de eleições, este binômio “progresso x sustentabilidade” ganha uma luminosidade tamanha que consegue mascarar até as mais vis atitudes em pleno século XXI, de destruição, exploração irresponsável, negligência, descaso e desprezo, literalmente falando em relação ao planeta, à seus recursos naturais e principalmente, a própria vida humana.

Durante as eleições presidenciais por exemplo, nossa atual presidente, comprometeu-se a agir conforme suas próprias palavras a “aprofundar os avanços conquistados no Governo Lula na construção de um novo padrão de desenvolvimento sustentável e includente.” A maioria do eleitorado acreditou. Mas se voltarmos a um ano atrás, em fevereiro mais precisamente, num balanço sobre os avanços do PAC, Dilma defendeu uma espécie de “construção sustentável” da Usina de Belo Monte, fazendo acreditar que seria possível construir uma usina hidrelétrica no coração da Amazônia com sustentabilidade.

Hoje, sabe-se e muito bem que isto é humanamente impossível! Pois ou sou burra demais, ou idiota demais, mas preciso entender, como é possível construir uma Usina com sustentabilidade, desviando curso de rios e deixando populações indígenas e ribeirinhas à mercê da própria sorte...se é que já tiveram ou têm alguma.

Eu fico pensando...pensando...pesquisando na net... as várias possibilidades e chego a uma conclusão que, garanto, não é só minha, mas a de 99% de qualquer ser humano normal ou pretensamente normal. Não é possível construir a Usina de Belo Monte sem destruir, sem degradar, sem dizimar, sem novamente desterrar os nativos de seus territórios já reduzidos ao máximo pela exploração do branco... e isso, os vinte anos de tentativa por parte do governo de conceder a maldita licença, pode atestar...

Mas, vamos aos fatos:a questão ambiental, é obviamente o centro do impasse... não poderia deixar de ser, pois até mesmo por parte do governo, é interessante que os brados contra a construção da Usina, pelo menos para a sociedade de um modo geral, seja focada na questão ambiental. Mas na realidade, a pior degradação, não se limita à questões ambientais, e sim sociais. Belo Monte significa praticamente a extinção de povos indígenas. Falo isto sem medo de estar sendo exagerada. Mas por que?

Simplesmente porque novamente, como que repetindo a história, para atender a necessidade do branco, a demanda por energia no caso, não se importam de desalojar de seus territórios tribos inteiras , pois as conseqüências não serão só nas áreas de alagamento, elas serão extendidas à toda a população ribeirinha com os desvios de rios da bacia do Xingu, afetando a cultura, a sociedade, a religião, a vida, a dignidade de nativos que são os verdadeiros DONOS DESTA TERRA chamada BRASIL...

Mas é muito mais cômodo restringir toda a polêmica à questões ambientais já que a sociedade branca não está nem aí pra natureza, a maioria quase absoluta, nem sequer se importa com o que está acontecendo com o planeta, com a degradação e com a possibilidade de esgotamento de recursos que são a base da vida...como a água por exemplo.

Mas em relação aos nativos, é que a porca torce o rabo. Desta vez, estão lutando há 20 anos, por seus direitos, por seus territórios, por sua cultura, por sua sociedade... coisa que não conseguiram quando o branco botou seu pezinho aqui na primeira vez...

Agora é aguardar , pra ver se com todo este discurso político de sustentabilidade, inclusão, respeito, democracia... que impera durante o período eleitoral vai ter cara de pau de destruir , de dizimar uma sociedade inteira, com sua cultura, com sua religião, seus costumes... em nome do "progresso"...como o fizeram há 500 anos...

Márcia Cunha

terça-feira, 22 de março de 2011

Dia mundial da ÁGUA

Com que direito negociaram Belo Monte, no Xingú e todas as  Hidrelétricas no Poty?

Com que direito iniciaram o processo de prostitução, pedofilia, devastação ambiental e aniquilamento da gente ribeirinha do Xingu?

Com que direito concederam a quem quer que seja o direito a grupo ou lobbu qualquer de  LUCRAREM sobre nossos recrsos háidricos?

Que país é esse?

- É este Brasil que, eme nome de uma pseudo democracia estabelecida simplesmente em marketing eleitoreiro e mentiras está usurpando o direito nosso, de nossos filhos e netos a asobreviverem neste milênio com os apróprios recursos naturais.

 


Dia Mundial da Água


O acesso à água potável ainda é um desafio diário para grande parte das populações do mundo.

Compiladas pela BBC para o Dia Mundial da Água, nesta terça-feira, as imagens mostram diferenças entre países onde a água é um bem facilmente acessível e outros onde obter o recurso é uma tarefa arriscada e difícil.

Apesar das inúmeras fontes naturais de água no mundo --rios e lagos, em geleiras e aquíferos, chuva e neve--, a quantidade de água que diferentes países conseguem extrair para fornecer a seus cidadãos varia bastante.

Um estudo da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) identificou países onde a demanda por água excede a oferta natural do recurso. Segundo a organização, essas nações fazem maior pressão sobre as fontes de água doce.

No topo da lista dos que mais utilizam o recurso está a península árabe, onde a demanda por água doce excede em 500% a disponibilidade na região.

Isso significa custos adicionais para que a água seja trazida de fora --por caminhões-pipa ou aquedutos ou por meio da dessalinização.

Países como o Paquistão, o Uzbequistão e o Tadjiquistão também estão muito próximos de utilizar 100% de sua oferta de água doce, assim como o Irã, que usa 70% de seus recursos hídricos.

De acordo com os dados da FAO, o norte da África é outra área sob pressão, em que a Líbia e o Egito particularmente são afetados. A região possui somente metade da água doce que os países consomem.

ÁGUA DOCE

Mas a maior pressão sobre as fontes de água doce não está necessariamente nos lugares mais secos, e sim em regiões com o maior percentual da população global.

O sul da Ásia, por exemplo, consome quase 57% de sua água doce, mas abriga quase um terço da população mundial. Situações que alterem a distribuição de água nessa região --causadas por mudanças climáticas, pelo aumento do número de terras irrigadas ou pelo aumento do uso geral de água-- ameaçam a vida de bilhões.

No leste da Ásia o consumo proporcional é menor --os países da região usam em média apenas 20% das suas reservas hídricas. No entanto, um terço da população do mundo vive ali.

O Brasil consome 0,72% da sua água doce renovável ou 331,48 metros cúbicos por habitante a cada ano, segundo a FAO. No entanto, 0,4% são exclusivos para a agricultura.

 

História do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.


Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Mais da metade do Brasil pode ficar sem água potável, diz pesquisa

Redação SRZD | Ciência e Saúde | 22/03/2011 11h55

 

















Uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Águas (ANA) revela que se não forem feitos os investimentos necessários (estimados em R$ 22,2 bilhões), o Brasil corre o risco de ter um colapso no abastecimento de água até 2025. Além disso, o levantamento aponta que pelo menos 55% dos municípios do país (mais da metade, portanto) pode ter problemas no fornecimento até 2015. A sondagem Atlas de Abastecimento Urbano de Água foi divulgada nesta terça-feira, Dia Mundial da Água.

O documento indica que, atualmente, cerca de 16% das cidades brasileiras têm algum tipo de transtorno neste setor. Apesar do Brasil ser um dos países mais ricos do planeta em recursos hídricos, há problemas na sua distribuição, em especial nas regiões Sudeste e Nordeste.

Procurada pela imprensa, a agência reguladora de águas informa que não há motivo para pânico, mas alerta para a probabilidade de algumas cidades do país passarem por interrupções passageiras e até racionamento nos processos de abastecimento.

No Dia Mundial da Água, BBC revela disparidades para obter recurso no mundo

O acesso à água potável ainda é um desafio diário para grande parte das populações do mundo.

Compiladas pela BBC para o Dia Mundial da Água, nesta terça-feira, imagens mostram as diferenças entre países em que água é um bem facilmente acessível e outros em que conseguir o recurso é uma tarefa arriscada e difícil.
Apesar das inúmeras fontes naturais de água no mundo - rios e lagos, em geleiras e aquíferos, chuva e neve - a quantidade de água que diferentes países conseguem extrair para fornecer a seus cidadãos varia bastante.

Um estudo da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) identificou países em que a demanda por água excede a oferta natural do recurso. Segundo a organização, os países onde isso acontece fazem maior pressão sobre as fontes de água doce.

No topo da lista dos que mais utilizam o recurso está a península árabe, onde a demanda por água doce excede em 500% a disponibilidade na região.

Isso significa custos adicionais para que a água seja trazida de fora - por caminhões pipa ou aquedutos, ou através da dessalinização.
Países como o Paquistão, o Uzbequistão e o Tadjiquistão também estão muito próximos de utilizar 100% de sua oferta de água doce, assim como o Irã, que usa 70% de seus recursos hídricos.

EXTRAÇÃO DE ÁGUA PROPORCIONAL A RESERVAS POR PAÍS

De acordo com os dados da FAO, o norte da África é outra área sob pressão, em que a Líbia e o Egito particularmente são afetados. A região possui somente metade da água doce que os países consomem.

Mas, a maior pressão sobre as fontes de água doce não está necessariamente nos lugares mais secos, mas nas regiões com o maior percentual da população global.
O sul da Ásia, por exemplo, consome quase 57% de sua água doce, mas abriga quase um terço da população mundial.

Situação que alterem a distribuição de água nessa região - causadas por mudanças climáticas, pelo aumento do número de terras irrigadas ou pelo aumento do uso geral de água, ameaçam a vida de bilhões.

No leste da Ásia o consumo proporcional é menor - os países da região usam em média apenas 20% das suas reservas hídricas. No entanto, um terço da população do mundo vive ali.

O Brasil consome 0,72% da sua água doce renovável ou 331,48 metros cúbicos por habitante a cada ano, segundo a FAO. No entanto, 0,4% são exclusivos para a agricultura.

Hoje o dia derramou silêncio...



Pelos poros de uma imensidão
         Tão pequeno quanto uma concha
                 Achada na areia vazia
         Quando enche de alegria
Nossa palma da mão.
Oru am Sudá

DESPOTISMO DOMINA GOVERNO DILMA !!!!

 

Apesar de alguns fanáticos que se dizem apaixonados pelo  presidente dos estados unidos  e que tive o desprazer de encontrar no Rio de Janeiro ( este , continua lindo) , há ainda seres conscientes que não conseguem engolir as men tiras impostas à  midia a fim de adisfarçar as falcatruas que resultam do último processo eleitoral no Brasil. A consciência e a liberdade brasileira começa a sertilhida pelos novos déspotas brasileiros.

Certamente o aprendizado da presidenta eleita do BRASIL durante seu período de militante de esquerda foi COMPLETAMENTE esquecido e a dignissima senhora e seus correligionários fanáticos  VIRARAM A CASACA.

 De  ante-mão, curvaram-se aos 'donos do mundo' com a desculpa de TER QUJE MANTER O PODER e se venderam ( certamente não foi baratinho) aos seus financiadores de campanha do caixa dois de campanha. Sabe-se lá quem foram os adquirentes das riquezas brasileiras além, claro, do  .gov ( ponto gov) do mundo...

 

DESPOTISMO ...


Libertação de 13 presos políticos, que protestavam contra a visita de Barack Obama ao Brasil

Segue abaixo notícia  sobre a prisão de ativistas que protestaram contra a visita de Obama ao Brasil.
Os atos contra o presidente estadunidense não tiveram grande repercussão midiática, especialmente na televisão. 
O PT de Lula e Dilma publicou nota, através do presidente do partido no Rio de Janeiro, proibindo seus militantes em manifestar opinião que não reflita a posição oficial do partido em relação à visita de Obama. A nota afirma que a visita deve ser considerada um passo importante para a afirmação “dos nossos interesses políticos e comerciais” (Veja matéria do Correio Braziliense)
O texto abaixo foi da última sexta-feira, 18, então, a situação já mudou. Ontem aconteceu um ato com a participação de aproximadamente 800 pessoas e outro protesto vai acontecer outro hoje à noite. Os presos podem ser liberados ainda na tarde de hoje, através de habeas corpus. Ainda falta o alvará de soltura. 


URGENTE: Presos políticos do PSTU estão sendo levados para Bangu e Água Santa 


Depois de passar a madrugada na 5º DP (Gomes Freire), os 13 detidos nesta sexta-feira, 18, foram levados para presídios por volta das 8h de hoje. Após exame de corpo-delito no IML, os homens serão encaminhados ao presídio de Bangu 8 e as mulheres ao presídio de Água Santa. Dos 13 presos, 10 são militantes do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)

Os manifestantes foram enquadrados em vários artigos, e não terão direito a fiança. A principal acusação é de ter tentado "causar incêndio" no consulado dos Estados Unidos. "É uma vergonha o que está acontecendo. É uma prisão política. São presos políticos do governo Sergio Cabral e de Dilma, no momento em que Obama desembarca no Brasil", protestou o presidente do PSTU no Rio de Janeiro, Cyro Garcia. "Estamos muito preocupados com a segurança de nossos militantes e faremos uma campanha internacional pela liberdade deles", afirmou.

Os 13 manifestantes foram presos após um coquetel molotov ter sido lançado no ato em frente ao consulado. Na noite de ontem, o partido lançou umcomunicado à imprensa, no qual reafirma o caráter pacífico da manifestação e que nenhum militante do partido organizou ou participou do ataque. "Os policiais sabem que quem foi preso não tem nada a ver com o que houve. Tem gente lá presa sem nenhuma prova, apenas porque levantou um sapato contra a bandeira dos Estados Unidos. É um absurdo", afirma Cyro. "Estão criminalizando os protestos e o partido. É um absurdo a polícia exibir cartazes políticos e bandeiras do partido como provas aos fotógrafos, como quem exibe armas," protesta.

Os advogados do PSTU estão entrando na Justiça com um pedido de libertação dos presos, já que não há provas contra eles. Também questionam os artigos apontados pelo delegado, que torna o crime inafiançável. O partido fará um ato neste domingo, às 10h, contra a visita de Obama e pela liberdade dos presos políticos. Hoje, em Brasília, militantes do partido irão até a Praça dos Três Poderes, também para exigir a libertação. 

« Libertação imediata dos 13 presos políticos, que protestavam contra a visita de Barack Obama ao Brasil. »  CLIQUE AQUI E ASSINE A PETIÇÃO PÚBLICA


Comunicado à imprensa sobre a repressão no ato do Rio 


Diante do protesto desta sexta-feira, contra a visita de Obama e a violenta repressão policial, o PSTU vem a público declarar que:

1 – O ato pacífico foi organizado pela CSP-Conlutas, pela Assembleia Nacional dos Estudantes-Livre - ANEL e por diversos sindicatos. 

2 – O protesto faz parte de uma jornada nacional, que inclui atos em outras cidades e tem como objetivo denunciar a visita de Obama, a entrega do petróleo, os acordos de livre comércio com o governo brasileiro. Também pretende apoiar a revolução árabe e denunciar os ataques do imperialismo aos povos do mundo, como no Iraque, e que agora se repete na Líbia.

3- O PSTU apoiou o protesto e participou ativamente de sua organização. Durante a semana, o partido tem realizado várias ações contra a visita de Obama, com milhares de cartazes e até faixas em um avião que circula pelos céus do Rio de Janeiro.

4 – Desde as 16h, horário marcado para a concentração, os policiais demonstravam que não tolerariam o protesto. Chegaram a impedir a entrada de um carro de som na Candelária e não queriam deixar que a caminhada seguisse pela Av. Rio Branco.

5 – Apenas depois de uma longa negociação, de quase duas horas, a passeata pôde deixar a Candelária. No momento, já somavam 400 pessoas, inclusive muitas crianças. A passeata foi aplaudida ao longo da Av. Rio Branco, demonstrando que o apoio à visita não é unâmime.

6 – O acordo com o comando policial previa que a passeata seguiria até o Consulado dos EUA, onde seria feito apenas um ato simbólico, seguindo até a Cinelândia. O objetivo era ocupar a praça, símbolo de resistência à ditadura militar, e que Obama tentou usar agora como palco para seu discurso. 

7 – Em frente ao Consulado, o ato iniciou com discursos, palavras de ordem. Simbolicamente, sapatos foram atirados contra uma bandeira dos Estados Unidos, repetindo um gesto comum nas revoltas árabes.

8 – No momento em que estavam reunidos em um grande círculo, os manifestantes e os jornalistas escutaram uma explosão ao fundo e foram surpreendidos com o avanço da polícia, que atacou com cassetetes, atirou com balas de borracha e lançou bombas de gás e depois perseguiu os manifestantes pelas ruas vizinhas. As cenas desse momento foram gravadas por manifestantes e estão em nosso site.

9 – Dezenas de pessoas ficaram feridas e entre 12 e 15 manifestantes foram presos. Entre eles, um estudante, menor de idade. Até as 22h, ninguém havia sido solto.

10 – A polícia declarou que coqueteis molotov foram jogados contra os policiais, atingindo um segurança do Consulado. Sobre isso, declaramos que nem o PSTU e tampouco qualquer uma das entidades que organizaram o ato concordam ou apoiam atitudes como essa no ato, convocado como uma manifestação totalmente pacífica. 

11 – Este espírito pacífico era compartilhado pelos manifestantes. Entendemos que transformar a passeata em uma batalha apenas favoreceria o imperialismo, evitando que se discuta as verdadeiras intenções da visita. Neste sentido, desconhecemos os autores do ataque e queremos vir a público declarar nossa desconfiança de que provocadores tenham se infiltrado no ato, com esse objetivo.

12 – Os artefatos lançados não justificam a reação completamente desproporcional da polícia do governador Sérgio Cabral, que agiu atacando e prendendo a esmo. A selvageria se seguiu por várias horas, com policiais perseguindo manifestantes pelas ruas próximas a Cinelândia, revistando e prendendo sem provas.

13 – A ação policial derruba por terra qualquer respeito à liberdade e os direitos humanos e indica uma criminalização dos protestos, ao melhor estilo dos Estados Unidos. Um exemplo foi dado na delegacia, quando policiais exibiram suas “apreensões”: uma garrafa de cerveja que teria sido usada como parte de um coquetel molotov e um soco inglês. Para que a imprensa fotografasse, foi colocada uma bandeira e um cartaz do PSTU, atribuindo responsabilidade sobre os ataques. Desde quando uma bandeira, um símbolo de um partido político pode ser apresentado como algo criminoso?

14 – Exigimos uma investigação e uma resposta do governador Sergio Cabral e de seus secretários de Segurança e de Direitos Humanos sobre os fatos desta sexta-feira. Imediatamente, exigimos a libertação de todos os presos, principalmente o menor de idade, que, pela lei, não poderia estar em uma delegacia policial.

15 – Por último, o PSTU afirma que não deixará de protestar contra os Estados Unidos por conta dos ataques da polícia de Sergio Cabral. Continuaremos nas ruas, e nosso próximo ato será no domingo, às 10h, no Largo do Machado. Convocamos todos a participarem deste ato, e transformar esse dia em um grande repúdio à violência de hoje e a criminalização dos que lutam.

Rio de Janeiro, 18 de março de 2011
PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO

hora do planeta.Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30.

hora do planeta
O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.
Onde?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sai Baba. A Era de Aquarios...


A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa freqüência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.

 Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas. Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário.

Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos.Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração. Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência atual tem comprovado.

Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos.Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos.

Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária.

Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afetada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos. Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta. Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.

Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção. Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça. Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.

Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade.

Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos. Como assim? Não percebe a escuridão?

Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo. Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente? Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal. E por esta razão sinto amor por tudo isso.

A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa freqüência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.

Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?

Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.

Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local.

A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.

Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.

Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.

Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provem de uma doença que possa ser diagnosticada.

Dirão que é causado pelo estresse. Porém isto não é real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.

Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem, assistam TV. Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.

Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível. Para isto não existe tratamento específico apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.

Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor. Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.

Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos. Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.

Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões. A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo. Seja um participante ativo. Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata."

sábado, 19 de março de 2011

Do luar não há mais nada a dizer

A não ser
Que a gente precisa ver o luar

Luar (A Gente Precisa Ver o Luar)

Gilberto Gil

O luar
Do luar não há mais nada a dizer
A não ser
Que a gente precisa ver o luar
Que a gente precisa ver para crer
Diz o dito popular
Uma vez que existe só para ser visto
Se a gente não vê, não há
Se a noite inventa a escuridão
A luz inventa o luar
O olho da vida inventa a visão
Doce clarão sobre o mar
Já que existe lua
Vai-se para rua ver
Crer e testemunhar
O luar
Do luar só interessa saber
Onde está
Que a gente precisa ver o luar

A maior lua cheia nos últimos 18 anos...19.03.2011 às 19:10h...
Bahia da Guanabara...mágaico, lindo. perfeito!

O QUE IMPORTA...



É O CAMINHO...

GORAGEM. FORÇA!

O que nos leva a cometer enganos e sabotar nossos ideais...

Ego, o falso centro


... A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O Eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o Eu - não é possível.... O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. E é por isso que você está continuamente pedindo atenção. Você obtém dos outros a idéia de quem você é. Não é uma experiência direta. É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. Eles modelam o seu centro. Mas esse centro é falso, enquanto que o centro verdadeiro está dentro de você. O centro verdadeiro não é da conta de ninguém. Ninguém o modela. Você vem com ele. Você nasce com ele.

Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência. Esse é o Eu. E o outro centro, que é criado pela sociedade - o ego. Esse é algo falso - é um grande truque. Através do ego a sociedade está controlando você. Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente assim a sociedade irá apreciá-lo. Você tem que caminhar de uma certa maneira; você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código. Somente assim a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, você já não sabe quem você é. Os outros deram-lhe a idéia. E essa idéia é o ego. Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora. E a não ser que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. Por estar viciado no falso centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o Eu. ... Até mesmo o fato de ser infeliz lhe dá a sensação de "eu sou".
Afastando-se do que é conhecido, o medo toma conta; você começa a sentir medo da escuridão e do caos - porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte de seu ser... É o mesmo que penetrar numa floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca - a floresta, a selva. Mas aqui dentro tudo está bem: você planejou tudo.Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente, e cercou-a. Tudo está bem ali. Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que ali você possa se sentir em casa.

E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo. Além da cerca você é, tal como você é dentro da cerca - e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto.... Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. Esse centro é a sua alma, o Eu.Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos, nasce uma nova ordem. Mas essa não é a ordem da sociedade - essa é a própria ordem da existência.É o que Buda chama de Dhamma, Lao Tzu chama de Tao, Heráclito chama de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da existência. Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas...Não tenha pressa em abandoná-lo, simplesmente o observe. Quanto mais você observa, mais capaz você se torna. De repente, um dia, você simplesmente percebe que ele desapareceu. E quando ele desaparece por si mesmo, somente então ele realmente desaparece. Porque não existe outra maneira. Você não pode abandoná-lo antes do tempo. Ele cai exatamente como uma folha seca.


Quando você tiver amadurecido através da compreensão, da consciência, e tiver sentido com totalidade que o ego é a causa de toda a sua infelicidade, um dia você simplesmente vê a folha seca caindo... e então o verdadeiro centro surge.E esse centro verdadeiro é a alma, o Eu, o deus, a verdade, ou como quiser chamá-lo. Você pode lhe dar qualquer nome, aquele que preferir". (OSHO, Além das Fronteiras da Mente)

quinta-feira, 17 de março de 2011

INDIOS E CENTENAS DE PESSOAS INAVADEM O PLANALTO EM PROTESTO CONTRA OS DANOS À FLORESTA AMAZÕNICA



 
Hundreds of people, including over 8o Amazonian Indians, gathered on 9th of February outside the Brazilian Congress and Presidential Palace to protest at the proposed Belo Monte dam in the Amazon Rainforest.

A delegation of Indians entered the Presidential Palace to deliver a petition signed by around half a million people, calling on Brazil’s new President Dilma Rousseff to put a stop to the ‘disastrous’ dam.

The Indians also delivered a letter signed by more than 78 civil society organizations warning of the huge risks involved in the dam project and calling for it to be halted:

http://www.survivalinternational.org/news/6985

Download the letter (in Portugese, 258kb, pdf):

https://docs.google.com/viewer?url=http%3A%2F%2Fassets.survivalinternational.org%2Fdocuments%2F552%2Fcarta-dilma-versao-final-08fev11.pdf&pli=1

Children of the Amazon

 

"... a moving and powerful film... in the most sympathetic way possible, highlights the human side of rainforest distruction, which is all too easily forgotten as we confront the challenges of global cliamte change." - HRH Prince Charles

Through captivating photos and interviews, CHILDREN OF THE AMAZON tells the story of struggle and hope to protect the world’s largest tropical rainforest and its inhabitants. The film follows Brazilian filmmaker Denise Zmekhol as she travels a modern highway deep into the Amazon in search of the indigenous Surui and Negarote children she photographed fifteen years ago. Part road movie, part time travel, her journey tells the story of what happened to life in the largest forest on earth when a road was built straight through its heart. Zmekhol’s cinematic journey combines intimate interviews with her personal and poetic meditation on environmental devastation, resistance, and renewal. The result is a unique vision of the Amazon rainforest told, in part, by the indigenous people who experienced first contact with the modern world less than forty years ago.
 
Showings:
 
 SF Green Film Festival
1:30 PM     Fri, Mar 04
Mapping projects in Google Earth can support a film's story, extend its life expectancy and generate a higher impact. This interactive presentation from Google Earth and local filmmakers will demonstrate how film projects have been using mapping in cutting-edge ways.
http://www.arte-amazonia.at/amazonia-artists/film-children-of-the-amazon-denise-zmekhol/